terça-feira, 17 de maio de 2011

I Seminário da Família no Congresso: Uma proposta para revelar o sofisma homossexual


Caros leitores,


Compartilho com vocês mais uma carta que enviei aos Deputados e Senadores. Desta vez, encaminhei essa carta aos parlamentares da bancada da família. Oro ao SENHOR Deus que seja feito um movimento mais organizado para revelarmos o sofisma do grupo LGBT. Esse grupo prega que todo aquele que não concorda com sua filosofia e projetos são promotores da homofobia. Isso não é verdade. Orem e trabalhem por isso também.

Segue a carta.



Aos Excelentíssimos Senhores Deputados e Senadores que compõem a bancada pela Família no Congresso Nacional

A/C.: Do Excelentíssimo Senhor Senador Magno Malta

Excelentíssimos Senhores,

Neste dia 17 de maio de 2011 ocorreu o VIII Seminário LGBT no Congresso Nacional. Esse evento foi transmitido pela TV Câmara. O VIII Seminário LGBT foi liderado pelo Deputado Federal Jean Wyllys (PSOL-RJ). De fato, o Deputado Jean Wyllys fez um evento bem organizado, mobilizando pessoas que souberam impressionar e instruir os participantes a como defender e atingir o alvo LGBT no Brasil. O evento contou com a presença de artistas, religiosos, psicólogos e deputados da bancada LGBT. Os palestrantes cobravam a tolerância aos homossexuais, porém, estimulando muita intolerância contra aqueles que não aceitam os ideais LGBT. Essa intolerância foi patente na fala da Senhora Preta Gil e do Rev. Márcio Retamero (Igreja da Comunidade Metropolitana - RJ). A Senhora Preta Gil caracterizou o Dep. Jair Bolsonaro (PP-RJ) como elemento da “banda podre” do Congresso”. Ela disse que sua luta no Rio de Janeiro será para garantir a não eleição do Dep. Bolsonaro. O Rev. Retamero pregou que “a homofobia é alimentada pelo discurso da religião de discurso fundamentalista”. O Rev. Retamero, patentemente, junto com os demais palestrantes, cobrou leis que tiram o direito de liberdade de expressão e de crença daqueles que não aceitam a filosofia homossexual.

Na verdade, Vossas Excelências sabem, o discurso LGBT proclama que a não aceitação da filosofia deles significa “homofobia”. Esse discurso está sendo inculcado na mente dos brasileiros através dos meios de comunicação de massa, de cartilhas distribuídas nas escolas, em novelas, nos programas de auditório, pelo Executivo, por certos elementos no Judiciário e no Congresso. Excelentíssimo Senhores, precisamos ser defendidos por Vossas Excelências, pois, não é verdadeiro o discurso homossexual. Se um brasileiro não aceita a filosofia homossexual não significa que ele seja um promotor da homofobia. O grupo LGBT promove um sofisma e projetos de leis que marginalizam os heterossexuais, os religiosos sérios, os princípios religiosos da maioria dos brasileiros, ou seja, torna criminosos todos que não concordam com os ideais e planos do grupo LGBT. Vossas Excelências sabem disso e, por seus ofícios, precisam defender o interesse dos milhares de brasileiros que não são homofóbicos, apesar de não concordarem com o sofisma homossexual.

Excelentíssimos Senhores, vendo a articulação do grupo LGBT precisamos reagir para defender a verdade dos fatos. Por isso, sugiro que seja promovido o I Seminário da Família no Congresso Nacional. O I Seminário da Família no Congresso ocuparia espaço na TV Câmara. Dele participariam congressistas, juristas, religiosos, psicólogos e pessoas de influência que discordam da filosofia LGBT. Dessa forma, o I Seminário da Família no Congresso servirá aos brasileiros, oferecendo o contraditório e dando o direito de defesa aos milhões de brasileiros que não são homofóbicos e nem concordam com a filosofia homossexual.

Portanto, rogo, respeitosamente, que Vossas Excelências apreciem essa sugestão, pois, creio que, o I Seminário da Família no Congresso, servirá para mostrar a repulsa à homofobia, contudo, para revelar o sofisma do discurso LGBT, como os planos deles afetam as nossas famílias, a constituição e a nação brasileira. Sendo assim, coloco-me à disposição para cooperar com Vossas Excelências para que essa proposta seja executada. Sem mais para o momento.

Respeitosamente,

Recife, 17 de maio de 2011

Adriano Gama

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Não permitam o estabelecimento de uma verdadeira ditadura no Brasil, a homossexual

Aos Excelentíssimos Senhores Senadores e Deputados,

Saudações,

Tenho acompanhado com apreensão a implantação de uma ditadura em nosso país. A ditadura do homossexualismo. Essa ditadura tem sido, patente e ousadamente, apoiada pelo Poder Executivo através de seus ministérios da Educação, da Justiça e da Secretaria de Direitos Humanos e Cidadania. Cito apenas o exemplo do Plano Nacional de Direitos Humanos e Cidadania LGBT, que é uma grande expressão do irrestrito apoio do Poder Executivo à ditadura homossexual. Esse apoio tem sido celebrado pelos grupos LGBTS na grande mídia.

Os poderes judiciário e legislativo também têm manifestado apoio a implementação dessa ditadura. Há poucos dias o Brasil foi impactado com a decisão da Suprema Corte do país, apoiando a união entre pessoas de mesmo sexo (união homossexual). O poder legislativo tem sido muito influenciado para que a PL 122 seja aprovada de modo escuso. Dentro do congresso há uma verdadeira manipulação de termos, leis e estatísticas que contribuem para a ditadura homossexual.

Excelentíssimos Senhores, apelo para que haja um posicionamento firme de Vossas Excelências contra a ditadura homossexual promovida pelo governo; apoiada pelo judiciário e por certos elementos do legislativo brasileiro. Há a necessidade desse posicionamento de Vossas Excelências, pois a ditadura homossexual derrubará princípios pétreos de nossa Constituição, especialmente, o princípio de liberdade de crença, de pensamento e de expressão. Além disso, os senhores sabem que milhões de brasileiros não concordam com a homofobia e nem aceitam a filosofia homossexual. Contudo, esses milhões de brasileiros assistem, indefesos e sem voz expressiva no Congresso, recursos federais e ações explícitas de autoridades brasileiras apoiando a filosofia LGBT. Mas, acima de tudo, a ditadura homossexual é contra a família e contra os princípios básicos cristãos. Sabemos que o Brasil é um estado laico. Mas, o fato é que o cristianismo é a religião majoritária do nosso Brasil. Sendo assim, qualquer apoio a filosofia homossexual é lutar contra a maioria do povo brasileiro. Portanto, Vossas Excelências, por ofício e necessidade de sobrevivência política, precisam ser, sabia e contundentemente, contra a ditadura homossexual que se implanta no Brasil.

Excelentíssimos Senadores e Deputados, não se combate a homofobia se estabelecendo uma ditadura LGBT. Os senhores sabem que temos leis suficientes para punir a violência contra homossexuais. Vossas Excelências compreendem que a mãe da homofobia se chama impunidade. A impunidade que reina no Brasil, permitindo que ladrões, assassinos e agressores ajam contra os brasileiros, independentemente, da crença, da raça, do gênero ou da preferência sexual das suas vítimas. Por isso, solicito que Vossas Excelências busquem lutar contra a homofobia, fazendo valer as leis já existentes. Entretanto, percebam que o apoio à ditadura homossexual não consolidará o estado de direito. Pelo contrário, criará um estado cheio de conflitos de direitos, congestionará o precário judiciário e atentará contra a célula da nação que é a família brasileira. Tudo isso servirá para desestabilizar a nossa nação. Por isso, rogo que Vossas Excelências dissuadam do Brasil a ditadura homossexual.

Portanto, rogo a Deus para que os excelentíssimos senhores reajam e honrem os vossos mandatos. Esses mandatos foram dados por Deus através do voto do povo brasileiro, por isso, há a necessidade que estes sejam honrados. A honra do mandato se manifestará nas vossas ações contra as ações pró-homossexualismo, independentemente, da sua origem. Por isso, rogo a ação de Vossas Excelências na supervisão das ações do Executivo, da constitucionalidade da ação do STF e no combate a qualquer projeto ou lei que ajude no estabelecimento de uma verdadeira ditadura no Brasil, a homossexual. Sem mais no momento.

Respeitosamente,

Recife, 12 de maio de 2011

Adriano Gama e família