sexta-feira, 23 de outubro de 2009

As reações de Parlamentares e da Igreja de Roma contra a declaração do Presidente Luís Inácio revelam a necessidade uma reforma, mas não política


Por Rev. Adriano Gama
Hoje o Jornal Folha de São Paulo na primeira página e no seu caderno “brasil” (pág. A 8) trouxe a seguinte manchete: “Frase de Lula é criticada pela CNBB e oposicionistas”.
O artigo está recheado de acusasões, defesas, mais blasfêmias e reprovações muitas delas desrespeitosas tanto contra o presidente quanto contra seus críticos.
O que é muito triste, nessa discussão sobre a declaração infeliz do nosso presidente, é que tanto o parlamento quanto a dita “Igreja” (título dado pela Folha de São Paulo à Igreja do Papa) não perceberam a blasfêmia contra o Senhor Jesus Cristo. Os oposicionistas tomaram a ofensa para si. Os da base do governo aproveitaram para criticar a oposição, e os representantes de Roma fazem piada daquilo que deveria nos fazer chorar.
A dita “Igreja” não se preocupa com o uso inadequado do Nome do Senhor Jesus. A “Igreja”, entenda-se Igreja Católica Romana, na pessoa do Sr. D. Dimas Lara Barbosa, secretário-geral da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), quando perguntado sobre a frase do presidente fez piada e disse algumas palavras verdadeiras acerca de Jesus que mostraram discordância da declaração, contudo, não expressaram a gravidade da blasfêmia. Esperamos que o Sr. Presidente, membro comungante da Igreja Católica Romana, denominação a quem D. Dimas representa, seja orientado por seus pastores a se retratar por seu pecado.
E os nossos políticos? E muito triste a situação deles, pois acrescentam mais blasfêmias ainda. Por exemplo, um dos deputados do PT, mostrando apoio ao Sr. Presidente, disse que no Brasil “tem que se aliar com Satanás para se fazer a obra de Deus”. E outro exemplo de desrespeito e blasfêmia foram as palavras do governador de São Paulo, José Serra (PSDB). Ao ser perguntado pelos jornalistas sobre se “Cristo seria obrigado a fazer um acordo com Judas” afirmou: “Não sei, quem fala com Cristo deve perguntar a ele”. Esta resposta pode até evitar o disse me disse que alimenta o bolso dos meios de comunicação, mas mostra claramente que tanto Serra (direita) quanto o Sr. Presidente (esquerda) não pensaram no respeito devido ao Nome de Cristo. E, no caso do Governador José Serra, temos uma declaração muito clara de alguém que não conversa com o Senhor Jesus, ou seja, ele parece não crer no Salvador. Isso tudo mostra o quanto nossa nação honra o Senhor Jesus Cristo.
Enfim, o que podemos perceber nesse descaso ao Senhor Jesus Cristo manifestado nessa nova crise produzida pelo Sr. Presidente Luís Inácio? É a necessidade de uma Reforma. Mas, não uma reforma política, porém, espírito da nação brasileira.
Uma Reforma do espírito de um povo só pode haver numa nação onde a dita igreja cristã não faz piada com os pecados cometidos contra Jesus Cristo, especialmente, pecados cometidos por seus membros nos altos escalões da sociedade. A Reforma no espírito acontece quando em uma nação a igreja com a Palavra de Deus, condena o pecado e chama todos ao arrependimento, ou seja, chama do presidente ao mais humilde cidadão a se colocarem e viverem debaixo do jugo de Jesus Cristo, o Soberano Rei das Nações.
O grande exemplo disto vem da história do mundo ocidental quando ocorreu a Reforma Protestante do Século XVI. Essa Reforma produziu mudanças radicais no espírito das nações que, pela graça de Deus, abraçaram a pregação do evangelho e se colocaram debaixo do jugo de Jesus Cristo.
Os verdadeiros cristãos no Brasil têm nessas reações das nossas autoridades e da dita “Igreja” tão estimada pelos brasileiros, mais um sinal da caótica situação espiritual das autoridades constituídas, do nível absurdo de indiferença para com Deus e seu Cristo manifestada por aqueles que são nossos representantes políticos mais altos ou que desejam ser e daqueles que querem usurpar para si o título da Igreja de Jesus Cristo.
Toda essa reação contra as palavras do Sr. Presidente deve nos preocupar e nos levar a fazer nosso papel para mudar esse quadro e promover, por meio de oração e trabalho, uma Reforma espiritual nesse Brasil, pois a Ira de Deus repousa sobre nosso país.
E sabe como essa ira tem se manifestado? De diversas formas, mas saliento apenas duas nesse momento. Essa ira se manifesta nessa nação através de dirigentes que não se importam com o Nome de Jesus, mas em primeiro lugar com seus interesses partidários ou particulares, assim promovendo todo tipo de dano ao país. Essa ira se revela na ausência de mais igrejas que proclamem a Palavra de Deus nos quatro cantos de nosso Brasil, pois onde não há profecia da Palavra de Deus impera o desrespeito a Deus e ao próximo.
Que o Senhor Jesus Cristo nos traga uma Grande Reforma a semelhança do Séc XVI, assim teremos mais respeito e menos piadas com o Nome do Senhor Jesus e provaremos de verdade “Ordem e Progresso” em nossa amada terra do Brasil. A Jesus Cristo e ao Seu Nome somente a glória e louvor.

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